![]() |
| MIN. DIDIER REYNDERS |
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Bélgica, Didier Reynders,
afirmou neste domingo (8) que, se o cessar-fogo na Síria não começar na
próxima terça (10), será preciso implementar uma intervenção
humanitária com presença militar. “Há um plano em cima da mesa com o
prazo de 10 de abril. Se este plano não for respeitado, então será
preciso passar à etapa seguinte”, disse. “Uma intervenção humanitária
será necessária e irá supor uma presença militar armada”, completou.
Isso porque o regime do presidente Bashar Al Assad garantiu hoje (8) que
não vai retirar suas tropas da Síria sem uma garantia escrita da
oposição. “Dizer que a Síria vai retirar as suas forças das cidades em
10 de abril não é exato, [o emissário internacional] Kofi Annan não
apresentou ainda garantias escritas da aceitação dos grupos terroristas
armados de parar com todas as formas de violência”, avisou, em nota, o
governo de Assad. O plano para a saída da crise na Síria foi
apresentado, na semana passada, pelo ex secretário-geral das Nações
Unidas (ONU) Kofi Annan e aceito por Damasco. A ideia é retirar o
exército das cidades até, no máximo, dia 10 de abril e o fim dos
combates 48 horas depois.

Nenhum comentário:
Postar um comentário