quarta-feira, 30 de maio de 2012

CQC barrado na Câmara a pedido de deputado do PDT

BRASÍLIA - AGÊNCIA CONGRESSO - O deputado federal Manato (PDT-ES) apresentou à Mesa Diretora da Câmara requerimento para impedir o acesso dos repórteres do programa CQC, da Band, na Casa.

O pedido dele será votado semana que vem. De acordo com Manato, que é primeiro suplente da Mesa, o requerimento deve-se ao fato do programa não fornecer informações à população sobre os trabalhos do Congresso, e sim em "desmoralizar a imagem dos parlamentares".

"Eu comungo com a liberdade de imprensa, acho que as pessoas têm que vir aqui e fazer as entrevistas. Eu não comungo com o que eles estão fazendo. Eles estão querendo desmoralizar o Congresso Nacional. O Senado já proibiu. Eles vêm aqui com perguntas induzidas", diz o deputado.

Manato afirma que já foi entrevistado pelo programa mas, como acertou todas as perguntas feitas pelos repórteres, sua entrevista não foi veiculada.

"Certas perguntas eles não colocam se você acertou. O que eles querem são respostas erradas, pra dizer que o deputado é burro. Eles querem desmoralizar, eles não querem informar. Mesmo sendo um programa humorístico, deveria ouvir os dois lados. Eu fiquei chateado porque eles me fizeram cinco perguntas difíceis, acertei as cinco e eles não colocaram a entrevista no ar. Preferiram fazer coisas jocosas com os outros deputados", acrescentou.

De acordo com o deputado, seu requerimento já foi entregue à Mesa e será analisado na próxima reunião com presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), e demais membros, como Rose de Freitas (PMDB), vice presidente.

Reprodução autorizada desde que citada a fonte www.agenciacongresso.com.br

terça-feira, 29 de maio de 2012

Censura imposta em Presidente Figueiredo.


Portal terra das cachoeiras repudia qualquer forma de censura sobre o portal!!

Infelizmente em um país democrático ao qual vivemos ainda existem pessoas ignorantes que não respeitam o direito da "Liberdade de Imprensa" que a Constituição Federal garante a todos os veículos de comunicação do país, além da liberdade de expressão que também é garantida a qualquer cidadão...

Censura é o uso pelo estado ou grupo de poder, no sentido de controlar e impedir a liberdade de expressão. A censura criminaliza certas acções de comunicação, ou até a tentativa de exercer essa comunicação. No sentido moderno, a censura consiste em qualquer tentativa de suprimir informação, opiniões e até formas de expressão, como certas facetas da arte.

O propósito da censura está na manutenção do status quo, evitando alterações de pensamento num determinado grupo e a consequente vontade de mudança. Desta forma, a censura é muito comum entre alguns grupos, como certos grupos de interesse e pressão (lobbies),  governos, como forma de manter o poder. A censura procura também evitar que certos conflitos e discussões se estabeleçam.

A censura pode ser explícita, no caso de estar prevista na lei, proibindo a informação de ser publicada ou acessível, após ter sido analisada previamente por uma entidade censora que avalia se a informação pode ou não ser publicada (como sucedeu na ditadura Militar ou pode tomar a forma de intimidação governamental ou popular, onde as pessoas têm receio de expressar ou mostrar apoio a certas opiniões, com medo de represálias pessoais e profissionais e até ostracismo, como sucedeu nos Estados Unidos da América com o chamado período do McCartismo.

Pode também a censura ser entendida como a supressão de certos pontos de vista e opiniões divergentes, através da propaganda, contra-informação ou manipulação dos meios de comunicação social. Esses métodos tendem a influenciar opinião pública de forma a evitar que outras ideias, que não as dos grupos dominantes, tenham receptividade.

Governador do Amazonas revela que tendência é exonerar o 'Quinteto Fantástico'

Governador Omar Aziz sinaliza que deve exonerar quinteto fantástico: "Não tenha dúvida de que vou tomar uma decisão" (Alex Pazuello/Agecom )
O governador do Amazonas, Omar Aziz (PSD), revelou hoje que está inclinado a exonerar o "Quinteto Fantástico" dos quadros da Polícia Civil. Aziz ainda não teve acesso ao relatório da comissão criada por ele para investigar o caso, mas disse que mesmo que a conclusão de sua equipe seja favorável ao grupo de delegados, ele buscará um caminho jurídico para afastar os cinco. 

“Não tenha dúvida de que vou tomar uma decisão. Se a comissão disser que tem que exonerar, os cinco delegados serão exonerados na hora. Caso (a comissão) recomende que não, mesmo assim vou analisar se exonero”, declarou o governador.
Omar Aziz está em Brasília desde ontem, quando a comissão finalizou o relatório. A volta do governador a Manaus está marcada para hoje à noite, mas só amanhã ele deve oficializar sua posição em relação ao "quinteto".

Nenhum integrande da comissão quis dar entrevista sobre o assunto. Desde ontem eles afirmam que só falarão com a impresa depois que o governador anunciar a decisão.
Mais detalhes sobre este caso você lê amanhã no jornal A Crítica.

Entenda o caso
O "Quinteto Fantástico" é formado por Laura Câmara, Indra Celani Leal, Herbert Ferreira Lopes, Caio César da Rocha Medeiros Nunes e Thomaz Vasconcellos. Eles ganharam essa alcunha porque, mesmo sem aprovação no concurso para o cargo de delegado realizado em 2009, foram nomeados. 

Após A Crítica divulgar a suposta fraude, o delegado-geral Mário César Nunes pediu exoneração do cargo. Mário César elaborou a lista de classificação com o nome dos cinco e é pai de Caio César. 

Na Justiça
Ontem, o Tribunal de Justiça do Amazonas manteve liminares favoráveis ao grupo, mas o relator do processo, desembargador Ari Moutinho, atribuiu ao Governo do Estado a responsabilidade de explicar o porquê da nomeação.
Pela sentença da 3ª Câmara Cível, as medidas cautelares conseguidas pelo "quinteto" não contemplavam a continuidade do grupo no certame sem a realização dos exames médico e físico (até hoje não comprovada), bem como nota suficiente na prova dissertativa.
(jornal A Crítica)

Em 230 dias, ciclista pedala 20,7 mil km e passa por todos os estados

Valdeni Pinheiro circulou por 418 cidades, 26 estados e pelo DF no período.
Objetivo era quebrar recorde anterior de 345 dias, de um paranaense.

Valdeni Pinheiro faz pose e comemora o feito na Linha do Equador após circular de bicicleta por 26 capitais e pelo Distrito Federal em 230 dias (Arquivo Pessoal/Valdeni Pinheiro Alves)

Em busca de um sonho, o ciclista amazonense Valdeni Pinheiro Alves, de 33 anos, pedalou 20.726 quilômetros, passou por 418 cidades, por 26 capitais e pelo Distrito Federal. Ele saiu de Humaitá (AM) em 7 de outubro do ano passado e concluiu o trajeto na quarta-feira (23), em um total de 230 dias de viagem sobre a "magrela". Segundo o Ranking Brasil, o atual recordista é o paranaense Silvio Marchiori, que pedalou 20 mil quilômetros em 345 dias, em 2005.
Alves sempre fez questão de lembrar de sua mãe, que considera a maior incentivadora. "É uma promessa que fiz para ela lembrar de mim por coisas boas. Eu vivia num mundo errado e fazia minha mãe sofrer muito. Hoje tenho uma vida correta e quero poder dizer para ela que eu fiz isso tudo para ela."
Esta é a segunda vez que Alves tenta bater o tempo do paranaense Marchiori. No ano passado, ele pedalou 23 mil quilômetros em 347 dias, passando por todas as capitais do país. A primeira tentativa foi concluída em 29 de abril de 2011.

Amazonense Valdeni Pinheiro Alves, 33 anos, no dia em que começou sua viagem de bicicleta, no ano passado (Foto: Arquivo Pessoal/Valdeni Pinheiro Alves)
Alves disse ao G1 que enfrentou as mesmas dificuldades do ano anterior: preconceito, desconfiança e falta de solidariedade. "Gente ruim se encontra em todo lugar. Muitos duvidaram que tinha feito o percurso antes e teve quem mandou eu voltar para casa. Mas tive sorte de poder reencontrar algumas pessoas que se tornaram amigas na primeira tentativa e elas me receberam de braços abertos."
O amazonense disse que precisou fazer alguns ajustes no itinerário para conseguir quebrar o recorde. "Consegui reduzir a quilometragem mudando a rota. Pedalei três mil quilômetros a menos desta vez." Por conta disso, ele deixou de aproveitar algumas belezas naturais por onde passou. "Não entrei no mar como fiz ano passado em Copacabana. Não fiquei visitando e conhecendo as cidades. Me concentrei no trajeto", afirmou Alves.
Ele pedalou, entre outros locais, por Humaitá, Porto Velho, Cuiabá, Goiânia, Brasília, Palmas, Belém, São Luís, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Porto Velho, Rio Branco, Porto Velho, Manaus, Boa Vista e Macapá. "Agora estou ilhado em Macapá, esperando uma maneira de conseguir chegar a minha casa, em Humaitá", disse o ciclista.
Ciclista Valdeni Alves foi atropelado no Rio de Janeiro, em 15 de fevereiro deste ano, no cruzamento da Avenida Brasil com a Rodovia Washington Luiz (Foto: Arquivo Pessoal/Valdeni Pinheiro Alves)Ciclista Valdeni Alves foi atropelado no Rio de Janeiro, em 15 de fevereiro deste ano, no cruzamento da Avenida Brasil com a Rodovia Washington Luiz (Foto: Arquivo Pessoal/Valdeni Pinheiro Alves)
AtropelamentoOutro momento difícil vivido por Alves foi em 15 de fevereiro deste ano, quando ele foi atropelado por um caminhão, no cruzamento da Rodovia Washington Luiz com a Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. "Fiquei bastante assustado. Quando caí no asfalto, fiquei sem me mexer por algum tempo. Estava com medo de que tivesse fraturado alguma coisa em meu corpo. Por sorte foram alguns arranhões nas pernas, braços. Mas minha mão dói até hoje. Não tenho convênio médico, quero ver se passo em algum médico para ver o que aconteceu com minha mão."
Por conta do acidente, Alves teve a bicicleta destruída, mas não ficou sem esperança. "Registrei o Boletim de Ocorrência na delegacia e guardei o que sobrou da bicicleta em um espaço na delegacia. Tive de comprar um quadro novo (R$ 600) e remontei a bicicleta com as peças que ficaram inteiras", disse o amazonense.
Sandália de 17 mil quilômetros
Apesar de fazer o percurso com dificuldades, Alves nunca perdeu o bom humor. Sem roupas ou calçados específicos para o esporte, bicicleta especial ou adequada para longas distâncias, ele se desdobrou para conseguir descansar em locais seguros e com o mínimo conforto e também se alimentar da melhor maneira possível para resistir ao desafio.
"Carreguei tudo na bicicleta, por isso não tinha como levar muita coisa. A minha Havaianas, que usava para pedalar, durou pouco mais de 17 mil quilômetros. Ela ficou toda sofrida até estourar, não soltou as tiras, mas abriu um rombo na sola. Depois tive de comprar outra para seguir viagem", contou o amazonense.
Valdeni Pinheiro disse que sandália que usou para pedalar não soltou as tiras, mas ficou com um rombo na sola (Foto: Arquivo Pessoal/Valdeni Pinheiro Alves)Valdeni Pinheiro disse que sandália que usou para pedalar não soltou as tiras, mas ficou com um rombo na sola (Foto: Arquivo Pessoal/Valdeni Pinheiro Alves)
A busca pelo recordePara evitar problemas nesta viagem, Alves partiu do 2º Cartório de Registros de Humaitá, onde sua partida de bicicleta foi registrada. Ele também postou suas fotos no Orkut. "Fiz um livro-ata para registrar todos o trajeto cumprido. Guardei cartões, carimbos e assinaturas de todas as pessoas por onde eu passei. Está tudo registrado", disse o ciclista.
O próximo passo, ou melhor, pedalada, será Alves enviar todos os dados de sua viagem para o escritório central do Ranking Brasil. "Dessa vez eu não vou perder. Não tem como, fiz tudo como eles [Ranking Brasil] me disseram no planejamento da viagem." Segundo a assessoria da agência de recordes, não há prazos para a homologação ou não de um recorde a partir da documentação entregue.
Para conseguir completar o trajeto, Alves saiu de Humaitá com R$ 2,3 mil. "Trabalhei na Usina de Santo Antonio durante um tempo, na área de tubulação, para eu conseguir juntar esse dinheiro. Ao todo, ele disse ter gasto cerca de R$ 25 por dia, em média. "Recebi ajuda de algumas pessoas, entre parentes e amigos, que me incentivaram. Preciso agradecer o dono da Bellociclo, que me deu a bicicleta para a viagem, e o pessoal da Panificadora Eldorado, em Capanema (PA). Eles me ajudaram com os custos de manutenção da bicicleta", disse Alves.

Pedalando por 347 diasNa primeira tentativa, Alves saiu de casa, em Humaitá, em 17 de maio de 2010 e chegou ao último destino da viagem em 29 de maio do ano passado, em Macapá.
"Tive problemas para registrar meu percurso. Tive um caderno ata roubado durante minha viagem e por isso não consegui bater o recorde", disse ele.

 G1/AM

Queimou a própria casa depois que o Marido cancelou o Cartão de crédito e ainda sorriu pra foto da polícia.

A americana Jennifer Ann Schofield, 39, ficou enlouquecida depois de descobrir por telefone que o maridão cancelou o cartão de crédito dela.
Enfurecida, a mulher foi até a garagem, tacou fogo na moto do esposo. Voltou pra casa, entrou no quarto e pôs fogo na cômoda e depois fugiu feliz da vida.
Jennifer foi encontrada pela polícia em Samsula, no estado da Flórida (EUA), tendo crises de risos. Ela foi presa, acusada de pôr fogo em sua casa e danificar o patrimônio de seu marido William Schroeder, de 57 anos.
Jennifer  posou toda sorridente para foto da polícia.

Cachorro roubado durante arrastão é resgatado na zona leste de SP

 Animal foi encontrado em uma favela, após a prisão de três criminosos na zona norte

 Zeca foi encontrado em uma favela no bairro Cidade Kemel, na zona leste

SÃO PAULO - Foi resgatado no último sábado, 26, um cachorro da raça staffordshire, que foi roubado durante um arrastão a um condomínio na Aclimação, na zona sul de São Paulo. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 28, pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
O cão, chamado Zeca, foi levado por bandidos na terça-feira, 22. O animal foi encontrado em uma favela no bairro Cidade Kemel, na zona leste, após a prisão de três criminosos na favela do Violão, no Parque Novo Mundo, na zona norte. O cachorro estava acompanhado de crianças.

Um veículo usado no arrastão foi apreendido pela Polícia Civil. O trio preso, que mantém a base de operações na região do bairro Cidade Kemel e estava refugiado na região da favela do Violão, foi reconhecido pelas vítimas.
Facebook. Fotos do animal foram publicadas em uma campanha na rede social Facebook na tentativa de conseguir pistas que levassem ao paradeiro do Zeca. O dono do cachorro é um personal trainer de 34 anos.

 Fonte:estadão

Cachaça nacional com sotaque britânico

O grupo britânico Diageo, proprietário de uma das mais tradicionais marcas de whisky do mundo, o Johnnie Walker, anunciou hoje (28) que ofertou US$ 469 milhões (o equivalente a R$ 938 milhões) pela unidade de bebidas destiladas do grupo Ypióca, que envasa diversos tipos de cachaça no Brasil.
No mesmo comunicado o Diageo confirmou o aceite da oferta pelo grupo Ypióca, avaliando que a transação deverá ser concluída em 30 dias. 

> Presidente do Ypióca fará a transição da empresa
O atual presidente da Ypióca, Everardo Telles, bisneto de Dario Telles, que destilou o primeiro litro de cachaça em 1846, vai permanecer no conselho consultivo da empresa durante um período de transição.
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O Ypióca vendeu 6,6 milhões de litros de cachaça e apresentou receita líquida de R$ 177 milhões em 2011. Achou muito? Isso é somente 8% do consumo da “mardita” no Brasil.

Jornalista que posou nua será moça do tempo na RedeTV!

A modelo e jornalista Talita Rocca, 22, está sendo treinada para assumir o posto de "moça do tempo" no telejornal "RedeTV News". Talita, que foi descoberta por um olheiro da agência Mega Model brasileira (nada a ver com a de Miami), posou para a revista "VIP" em abril. Além da previsão do tempo, ela também deverá apresentar um programa de MMA na emissora.

Australiano é detido após saltar do 39º andar de paraquedas de hotel no Rio

O australiano Mark Nicholas Johnson, 41, foi detido na tarde desta segunda-feira, depois de saltar de paraquedas da cobertura do Hotel Windsor, na avenida Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio. Ele não era hóspede do hotel: invadiu o local apenas para o salto, do 39º andar. Em depoimento na 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), Johnson disse ser paraquedista desde os 20 anos e que "há muito tempo" tornou-se adepto do base jump --quando o praticante salta de uma edificação, não de uma aeronave.
"Acredito que a polícia esteja com a razão em me prender. Mas pratico um esporte de risco. E é parte do risco fazer algo que não é permitido", disse à Folha. "Ser preso não vai me fazer desistir de esporte." Ele afirmou já ter sido preso outras vezes, em seu próprio país, na Venezuela e na Austrália, e que trabalha numa empresa brasileira da área de petróleo, cujo nome não revelou. Johnson foi autuado por violação de domicílio e por colocar em perigo a saúde de outras pessoas.

MULHER É CONDENADA A INDENIZAR EX POR TRAIÇÃO



Uma mulher de Nanuque (603 km de Belo Horizonte) foi condenada a pagar R$ 8.000 de indenização ao ex-marido por tê-lo traído.
A decisão, divulgada nesta segunda-feira, é da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que julgou recurso do processo e aumentou o valor da indenização fixada pela primeira instância em R$ 5.000.
Segundo o TJ, além de trair publicamente o companheiro, a mulher ainda fez comentários negativos sobre seu desempenho sexual, inclusive para colegas de trabalho.
No processo, o homem alega que conviveu com a mulher, que conheceu na empresa onde trabalhava, por cerca de dez anos. Ele chegou a assumir dois filhos de outro relacionamento dela.
Ele contou que, no fim de 2007, a mulher passou a traí-lo com um instrutor de autoescola. Além disso, ela contava sobre o relacionamento para colegas de trabalho, inclusive para quem não tinham intimidade com o casal. Ele alega que “foi o último a saber.”(Folha)