Foto: Divulgação |
A denúncia contra o vereador por São Paulo foi feita durante as investigações sobre o possível enriquecimento ilícito de Hussain Aref Saab, ex-diretor do Aprov
O vereador nega e disse que vai processar seus acusadores. A denúncia
contra Miguel foi feita durante as investigações sobre o possível
enriquecimento ilícito de Hussain Aref Saab, ex-diretor do Aprov, o
setor da Prefeitura responsável pela aprovação de empreendimentos com
mais de 1,5 mil metros quadrados, na cidade de São Paulo.
De acordo com a investigação, Aref comprou 106 apartamentos durante o tempo que ocupou a direção do Aprov. Segundo o Ministério Público, 95% do seu patrimônio foi adquirido durante esse período. Ele nega as acusações de corrupção e de enriquecimento ilícito.
As histórias de Aref e Miguel se cruzaram na investigação depois que a ex-diretora financeira do grupo Brookfield Gestão e Empreendimentos, Daniela Gonzalez, entregou aos promotores notas fiscais e e-mails que sustentariam sua acusação de que o grupo pagou R$ 1,6 milhão em propinas para liberar obras irregulares nos Shoppings Pátio Paulista e Higienópolis.
Segundo a BGE, a acusação feita por Daniela tem motivação financeira, pois a diretora processa a empresa para receber R$ 3,6 milhões e é acusada pelo grupo de desviar recursos da empresa. A BGE nega as acusações.
As novas testemunhas do caso confirmaram a denúncia de pagamento de propina e aumentaram o peso da acusação contra o vereador. As testemunhas foram ouvidas em sigilo pela promotoria. Elas trabalharam na empresa BGE a exemplo de Daniela Gonzalez – uma delas controlava pagamentos feitos pelo grupo.
Elas entregaram aos promotores notas fiscais de empresas supostamente usadas pela BGE para esconder o pagamento de propina - ela seria dissimulada como se o dinheiro tivesse sido usado para pagar reformas.
Foi isso que teria ocorrido, de acordo com as investigações, para disfarçar os supostos pagamentos a Miguel. Instaurada em março de 2009, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do IPTU foi presidida pelo vereador Aurélio Miguel (PR) e durou oito meses. A comissão, que investigou diversas obras em shoppings, terminou sem apontar existência de crime ou prática condenável.
Fonte:http://brasil247.com
De acordo com a investigação, Aref comprou 106 apartamentos durante o tempo que ocupou a direção do Aprov. Segundo o Ministério Público, 95% do seu patrimônio foi adquirido durante esse período. Ele nega as acusações de corrupção e de enriquecimento ilícito.
As histórias de Aref e Miguel se cruzaram na investigação depois que a ex-diretora financeira do grupo Brookfield Gestão e Empreendimentos, Daniela Gonzalez, entregou aos promotores notas fiscais e e-mails que sustentariam sua acusação de que o grupo pagou R$ 1,6 milhão em propinas para liberar obras irregulares nos Shoppings Pátio Paulista e Higienópolis.
Segundo a BGE, a acusação feita por Daniela tem motivação financeira, pois a diretora processa a empresa para receber R$ 3,6 milhões e é acusada pelo grupo de desviar recursos da empresa. A BGE nega as acusações.
As novas testemunhas do caso confirmaram a denúncia de pagamento de propina e aumentaram o peso da acusação contra o vereador. As testemunhas foram ouvidas em sigilo pela promotoria. Elas trabalharam na empresa BGE a exemplo de Daniela Gonzalez – uma delas controlava pagamentos feitos pelo grupo.
Elas entregaram aos promotores notas fiscais de empresas supostamente usadas pela BGE para esconder o pagamento de propina - ela seria dissimulada como se o dinheiro tivesse sido usado para pagar reformas.
Foi isso que teria ocorrido, de acordo com as investigações, para disfarçar os supostos pagamentos a Miguel. Instaurada em março de 2009, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do IPTU foi presidida pelo vereador Aurélio Miguel (PR) e durou oito meses. A comissão, que investigou diversas obras em shoppings, terminou sem apontar existência de crime ou prática condenável.
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