O empresário Carlinhos Cachoeira teve
seu pedido de liberdade negado pelo desembargador Sérgio Bittencourt, do
Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
Com isso, a decisão favorável a
Cachoeira tomada ontem pelo desembargador Tourinho Neto, do TRF-1
(Tribunal Regional Federal da 1ª Região), passa a não ter efeito
prático.
Pivô de uma CPI no Congresso, que investiga suas relações com políticos e empresários, Cachoeira está preso preventivamente há 108 dias – parte deles em presídio de segurança máxima, em Mossoró (RN).
Pivô de uma CPI no Congresso, que investiga suas relações com políticos e empresários, Cachoeira está preso preventivamente há 108 dias – parte deles em presídio de segurança máxima, em Mossoró (RN).
Os dois magistrados trataram de mandados
de prisão diferentes. A decisão de Tourinho Neto referia-se à Operação
Monte Carlo, deflagrada em 29 de fevereiro pela Polícia Federal. Já o
habeas corpus analisado no fim da tarde de hoje por Bittencourt tinha
como objeto a Operação Saint Michel, conduzida pela Polícia Civil do DF,
num desdobramento da investigação da PF.
Decisões judiciais recentes resultaram
na libertação dos mais próximos colaboradores de Cachoeira: o araponga
Idalberto Matias, o Dadá, o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste, Cláudio
Abreu, e o ex-vereador de Goiânia Wladimir Garcez.
Cachoeira, no período em que esteve
preso, compareceu a depoimento marcado pela CPI que investiga suas
relações com políticos e empresários. Contudo, não respondeu às
perguntas feitas pelos parlamentares, usando do direito constitucional
de permanecer calado e não produzir provas contra si.(Folha)

Nenhum comentário:
Postar um comentário